quarta-feira, 13 de julho de 2016

Dei-te o meu amor.











Dei-te a alegria dei-te a tristeza
Dei-te a loucura da minha dor
Dei-te o meu mundo cheio de incerteza
Dei-te o meu abraço cheio de amor.

Dei-te o meu beijo cheio de mel
Dei-te a beleza das melodias
Na tua boca matei a sede
Hoje estou só de mãos vazias

Fez-se silêncio na noite escura
E o meu dia não quis nascer
Não há calor que me aqueça a alma
Longe de ti só quero morrer.


Amor és erva daninha
Que nasce em qualquer lado.


1 comentário:

Nina Filipe disse...

Lindo. Maravilhoso. As palavras e a musicalidade dos seus poemas enchem-nos de amor. Desejo que esteja bem. Desejo que renove sempre essa força de amar e de viver com muita alegria e paz. Desculpa as minhas ausências. Juro que a amizade nunca vai desaparecer. em SONHO PROIBIDOsafe: "1 respostas."
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Luis Coelho
em 03-07-2016

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