sexta-feira, 16 de setembro de 2016

DESALINHO.



Acordo ao som dos cantos matinais
Acordo sem lamentos nem gemidos
Sofro em busca da eterna liberdade
Já nada me pode vencer sem ser verdade
Quero ser de ti a prisioneira
Nas grades da prisão ser carcereira
Aprisionar para sempre esta saudade.

Acordo e amanheço
Meu canto interrompido
Em desânimo fugido
Da ira tão maléfica
Sou canto de poetas
Obrigada a cantar
Mesmo antes de nascer
Antes de começar.

Deste-me a tua alegria
Um poema em cada dia
Neste viver sem carinho
Na alma fiz meu ninho
Meu romance em poesia

Na sombra que finda o dia


2 comentários:

Mariazita disse...

Olá, minha doce amiga
Tencionava retornar só em finais de Setembro mas a minha filhota requisitou a minha presença mais cedo... e aí vim eu a correr :)))
E já que cá estou aproveito para visitar, aos poucos, as amigas.
Desejo que a sua saúde tenha melhorado, e se encontre com mais algumas forças. A saúde é muito importante, não podemos descurá-la.

Gostei imenso do seu poema, que nos transmite calma e esperança.

Bom Fim-de-semana
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

Nina Filipe disse...

Olá minha amiga querida, já tinha notado a sua falta, mas como também tenho andado bem desmotivada com tanto e tão pouco, porque aos nossos olhos o que parece muito aos olhos de DEUS nunca passará de um grão de areia.
Desejo que tudo seja belo em sua vida e que seja sempre muito feliz, tenha um lindo fim de semana com tudo o que lhe é permitido, beijinhos de luz e muita paz.

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