Quem és tu assim tão triste?
E tu quem és afinal?
Eu sou a andorinha negra,
Que vive no teu beiral.
Beiral de onde entro e saio
Buscando o meu alimento,
Estendendo as minhas asas
Na fresca aragem do vento.
Andorinha branca e negra
Negra
da cor do carvão.
O negro das tuas penas.
Trago eu no coração
O teu chilrear me encanta.
Cantar assim quem me dera.
És para mim doce esperança.
Quando chega a primavera.
Nina
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